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01 DE JANEIRO DE 2021, SEXTA FEIRA
FONTE: RC
Posição do Conselho Nacional da Renovação Comunista sobre as presidenciais
Presidenciais: votar na democracia e favorecer uma governação à esquerda
Na sua reunião concluída a 29 de Dezembro de 2020, o Conselho Nacional da Renovação Comunista tomou posição sobre as presidenciais, avaliou a melhor posição em que se encontra Ana Gomes para polarizar o eleitorado socialista e democrático, e dar força às forças que se batem pela convergência entre a esquerda e o centro-esquerda com vista a uma governação futura que rasgue o caminho de uma sociedade mais próspera e coesa. Sem desvalorizar o contributo que outras candidaturas e outros eleitores do PS poderão dar e têm dado para o mesmo objetivo, a Renovação Comunista considera a candidatura de Ana Gomes como aquela que melhor cumpre os objetivos políticos do momento: "derrotar a extrema-direita, contrariar as ilusões de bloco central e afirmar força a uma governação de convergência entre o centro-esquerda e a esquerda no futuro próximo do país."
POSIÇÃO DO CONSELHO NACIONAL

Com o andamento das presidenciais estão mais claros os objetivos a alcançar pela esquerda e pelo centro-esquerda: derrotar a extrema-direita, contrariar as ilusões de bloco central e afirmar força a uma governação de convergência entre o centro-esquerda e a esquerda no futuro próximo do país.

Não tendo vingado o ponto de vista de procurar acordos de desistência mútua entre candidatos a favor do mais bem colocado, cabe à Renovação Comunista, como organização sempre disponível para contribuir para a cooperação entre forças de esquerda, intervir para apelar ao melhor resultado quando os dados da campanha já desenham uma tendência de voto.

Para concretizar os objetivos atrás enunciados, a Renovação Comunista considera que a candidatura de Ana Gomes é aquela que se adianta na conquista de mais apoios na opinião pública e que polariza o voto autónomo dos eleitores socialistas, designadamente da sua ala mais à esquerda. Uma grande votação em Ana Gomes, para além de contribuir para derrotar a extrema-direita, pode reforçar as correntes socialistas mais favoráveis ao entendimento entre o PS e as forças de esquerda, entendimento que é indispensável à construção de soluções governativas de maior fôlego para o progresso do país.

A Renovação Comunista não deixa de creditar as restantes candidaturas da esquerda como parte do perímetro das forças necessárias à construção do futuro e, por isso, os seus votos deverão ser contabilizados para a base de apoio necessária à mudança real para o país.

Tanto mais que o país testemunhou, recentemente, a viabilização do orçamento de Estado pela convergência da liderança socialista, que não fornece apoio formal a Ana Gomes, e o PCP que é apoiante de João Ferreira. Ambos protagonizaram convergência pratica, real, para sustentar a governação o que mostra como são diversas as forças e diversos são os caminhos da convergência que compõem o amplo espaço da esquerda e do centro-esquerda.

A Renovação Comunista apela à participação dos portugueses na votação para que seja possível um resultado que ajude a aprofundar a cooperação entre o PS e as restantes forças de esquerda e permita novos avanços na superação da crise e na construção de mais coesão social.



 

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